ITÁ IBATÉ – CORRIENTES: TÉCNICAS DE PESCA PRATICADAS NA REGIÃO

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ITÁ IBATÉ – CORRIENTES: TÉCNICAS DE PESCA PRATICADAS NA REGIÃO


PESCA COM MOSCA

O primeiro que devemos fazer ao nos introduzir na pesca com mosca é eleger uma vara de pesca que a partir desse momento, transformar-se em nossa colega. O desconhecimento de todo principiante se entende pela grande quantidade de modelos diferentes que oferece o mercado. No entanto, eleger nossa primeira vara de pescar não deve se tornar algo complicado e difícil. Só é necessário ter em conta algumas recomendações.

SPINING

Spin, em inglês, significa “girar”: isso é precisamente o que faz um chamariz debaixo da água, imitando os movimentos de um animal vivo para atrair as trutas e salmões.

A técnica do spinning consiste em lançar um chamariz de peso certo e recolhê-lo com a velocidade adequada, de maneira a simular um pequeno peixe que faz às vezes de uma excelente isca artificial. Alguns chamarizes são tão perfeitos que imitam os movimentos de um peixe ferido.

O equipamento utilizado é mais leviano que na modalidade trolling: uma vara de pesca flexível que contém um reel frontal, com um sedal mais ou menos delgado que permite fazer lançamentos a maior distância e com precisão. Os chamarizes mais comuns são colherinhas de diferentes pesos, tamanho e forma, e os caimãos, de forma tubular.

Este tipo de pesca requer de habilidade no manejo do equipamento, especialmente se a pesca faz-se em rios ou ribeirões. O pescador deve ser capaz de lançar chamarizes com muita precisão quanto à direção e distância.

TROLLING

O trolling é pesca de arraste de chamarizes a partir de uma embarcação impulsionada a remo ou motor.

Os chamarizes utilizados para esta técnica chamam-se “caimãos”, peças de plástico ou de madeira com forma de peixes, de grande efetividade por sua forma e vivas cores. Em algumas ocasiões são formados por partes articuladas. Há alguns modelos com luzes em seu interior cujo uso não está permitido nas áreas naturais protegidas e ademais são antiesportivos.

O pescador engancha o chamariz no sedal e lança-o à água. Com a embarcação em movimento, deixa que este se afaste, enquanto libera o carretel. Quando o chamariz se encontra a uns 50 ou 60 metros, trava-o para que a tração do avanço da embarcação faça o chamariz “trabalhar”, isto é, começa a girar.

Se o caimão não se enreda, produz uma vibração característica na ponta da vara de pescar. Melhores resultados obtêm-se percorrendo a costa dos lagos sobre o “veril”, onde começa a zona profunda.

Fonte : www.pescasemfronteiras.com.br